Parabéns, Corinthians!
Luciano Huck recusou bafômetro na blitz da lei seca pra tentar meter a desculpa mais esfarrapada que cueca de gordo: “Bebi UMA taça de vinho”, disse ele depois de encher a lata com a Madonna, que até então tentava parar de beber. Valeu, Huck! Trazer a Madonna de volta à cachaça, dirigir bêbado e mentir na cara de pau merece o nosso digníssimo Prêmio Nana Gouvêa do fim de semana.
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Muito antes de Nana Gouvêa e o furacão, Avatar já sensualizava os Smurfs para o mundo (mas aí tudo bem, porque mostrar peito azul não dá nada) em um filme que gastou todos dólares em efeitos culhudos e teve que reciclar o roteiro de Dança com Lobos pra terminar. Gaste 3 horas para aprender a lição mais óbvia de todos os tempos: Militares = maus. Árvores = bom. Em 3D (pra cobrar mais caro).
Só nós em Paris, amiga. Só nós!”
Teria sido o torpedo mandado por Nana Gouvêa para Danuza Leão depois de ler isso.
Baseado num péssimo livro, inspirado por Nana Gouvêa, escrito para adolescentes que não conseguem entender o Hunger Games, esse imperdível desastre cinematográfico conta a história do amor eterno entre uma adolescente sem expressão nenhuma e o vampiro mais gay de todos os tempos. Não percam Twilight (Crepúsculo), em DVD e Blue Ray.
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Nossa heroína na Faixa de “Gaze”.
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A gente tava há 3 rodadas esperando pra postar essa.
Quase que a Nana pega o pênalti que o Neymar isolou contra a Colômbia,
Com todo o respeito, Mick Jagger. Mas teu vocal no último single do Rolling Stones foi um desastre.
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Nana em Desastres Políticos: o mensalão.
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